Meu corpo em tempo de poesia

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Coordenação: Sônia Andrade

Data: Aguarde divulgação

É um convite para o cultivo de um mundo pessoal através da experiência que brota do corpo no seu pulsar e do pulso da poesia. Existe algo de incompleto no corpo e algo de impronunciado na poesia. A partir do corpo, que existe, para gerar o novo, como também do que é pronunciado na poesia para chegar ao impronunciado, se estabelece uma escuta e dizer somático e poético. O poema, assim como o corpo, é de quem os ouve.

Busca-se desenvolver e formar um interior, a partir da visão de que somos um corpo, um corpo enquanto um processo subjetivo vivo que pulsa e aprofunda a si mesmo e da experiência que brota do corpo e da poesia a partir da dança. A dança, enquanto ação voluntária e associada ao método formativo de base fenomenológica oferece, a cada movimento, a possibilidade de que você seja mais consciente de si e mais você mesmo.

Os elementos da dança: movimento, gesto, tempo, espaço serão utilizados como instrumentos para a experiência de um fazer e conversar lúdico e criativo, uma convivência de ações e emoções, ou seja, um outro modo de viver na linguagem. Certamente, a dança é uma prática do fazer humano, um movimento do tornar-se humano e não pode ser compreendida, somente, como um exercício próprio dos dançarinos.

As poesias são de Manoel de Barros dos livros Retrato do Artista quando coisa e Poemas Rupestres.

Mais informações pelo telefone 21 2255-4545

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